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As 4 principais dúvidas sobre Previdência Privada

Em meio a diversos rumores e muita expectativa sobre a Reforma da Previdência, cresce a preocupação do trabalhador com a sua aposentadoria. Envelhecer com a segurança de ter uma renda após o término da carreira profissional é o desejo de qualquer pessoa. Porém, muitas vezes, a Previdência Social não é suficiente para atingirmos esse objetivo.  

A saída mais adequada é fazer investimentos privados e é aí que entra a Previdência Privada. Além de garantir uma aposentadoria mais segura, a Previdência pode ser usada para investimentos de longo prazo, como abrir seu próprio negócio ou comprar o imóvel dos sonhos. Você pode receber o capital investido de forma mensal, ou de uma única vez, na data determinada por você quando contratar o plano.

 

Quando começar a investir?

Para que você consiga alcançar a reserva desejada no tempo ideal, é muito importante saber o momento certo para começar a investir. Ao contratar um plano de Previdência Privada, escolhe-se o tempo de contribuição. Digamos que você tem 30 anos e deseja receber o benefício aos 65 anos, logo seu tempo de contribuição será de 35 anos. Ao fim desse período, você passará a receber o benefício acumulado durante esses 35 anos.

 

Qual o valor da parcela?

O valor da contribuição mínima varia de seguradora para segurada. Algumas têm planos com contribuição mínima mensal de R$ 100,00, outras R$ 1.000,00, e assim por diante. Isso depende do tipo do fundo escolhido. Mas se você consegue investir apenas R$ 100, faça isso. Com o passar do tempo e dos anos, você evoluirá profissionalmente e sua situação financeira irá permitir mensalidades mais altas.

Outra dica é usar parte de bonificações, como participação nos lucros e décimo terceiro, para fazer um aporte (depósitos esporádicos que você pode fazer quando desejar). Fique atento: quanto mais cedo você começar a contribuir, maior será a reserva para a aposentadoria.

 

Qual a diferença ente VGBL e PGBL?

Os planos de Previdência Privada estão divididos em duas categorias: VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre) e PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre). A diferença básica entre essas duas categorias é a forma de tributação.

No PGBL, as contribuições podem ser deduzidas do Imposto de Renda até o limite de 12% da renda bruta anual do cliente. É um plano mais adequado para quem faz a declaração completa. Nessa categoria, o imposto incide sobre o valor total de Previdência.

Já no VGBL, não há deduções ao IR, contudo, a incidência de imposto se dá apenas sobre os rendimentos. É indicado para quem faz declaração através do modelo simplificado.

 

Como fica a tributação?

 A tributação do Imposto de Renda pode ser progressiva ou regressiva. No primeiro caso, as alíquotas variam de acordo com o montante acumulado e aumentam de acordo com a tabela base de cálculo anual, limitada a 27,5%. Já no segundo caso, as alíquotas se relacionam com a  permanência do plano e diminuem com o passar do tempo, chegando ao mínimo de 10%.

Quem pretende deixar o dinheiro por pouco tempo, deve optar pela progressiva. Quem planeja um investimento de longo prazo deverá utilizar a tabela regressiva.

Já as empresas de Previdência Complementar costumam cobrar três tipos de taxas dos participantes: carregamento (sobre cada contribuição), gestão (anual) e saída (no momento do resgate).

Na ATIVA, você pode escolher a melhor opção e começar agora mesmo a investir no seu futuro financeiro! Ficou com alguma dúvida? Deixe nos comentários!

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