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Educação Financeira

Como posso investir o pouco que tenho?

Vira e mexe sobra um restinho do salário na conta, mas você acha que com tão pouco não dá para investir em nada? Aí é que você se engana! Guarde desde já que é possível, sim, encontrar investimentos que requerem valores relativamente baixos como aporte inicial e que podem oferecer bons rendimentos. Quer saber mais? Então continue acompanhando nosso post de hoje e aprenda a fazer um uso bem mais interessante de suas economias!

Como fazer o dinheiro render?

Muita gente paga as contas do mês e, depois de quitar todos os compromissos, fica feliz por ver sobrar alguns reais no saldo. Em uma situação assim, há quem prefira gastar esse excedente comprando também um extra, como um presente, por exemplo, como há quem simplesmente prefira deixar o dinheiro parado na conta corrente. No segundo caso, se a inflação estiver alta, ocorrerá até perda do poder de compra desse montante, sabia? Para evitar que isso aconteça com você, uma boa opção é colocar a quantia (qualquer que seja ela) em alguma aplicação financeira. Dessa forma, o pouco que ficaria parado no banco pode render juros e se multiplicar com o tempo.

Como investir se não sobra muito?

Acha que investimentos são exclusividade de gente rica? Está na hora de repensar essa convicção. Mesmo com pouco dinheiro, é mais que possível começar a formar um patrimônio sólido. Com os títulos públicos do Tesouro Direto, por exemplo, você pode investir de 1% do valor de um título com mínimo de 30 reais até o limite máximo de compra em um mesmo mês de 1 milhão. Isso mesmo! Nesse caso, é como se emprestasse dinheiro para o governo federal e, em troca, recebesse uma remuneração em juros por seu capital. Com o tempo, à medida que acumula suas economias, você pode partir para mais modalidades de investimentos, como Certificados de Depósito Bancário (CDBs), Letras de Crédito Imobiliário (LCIs) e Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs), entre outras.

Como aproveitar os juros compostos?

Você já deve ter ouvido falar em juros sobre juros, não é mesmo? E por mais que essa sobreposição seja ruim para quem tem dívidas, é extremamente vantajosa para quem investe. Na verdade, essa expressão se refere aos juros compostos, que remuneram grande parte das aplicações financeiras de renda fixa. Nesse caso, os juros incidem sobre o valor acumulado, mês a mês, e não somente sobre o capital inicial. Logo, à medida em que seu patrimônio aumenta, maior é o efeito dos juros compostos na geração de riqueza. Por isso, em vez de se preocupar apenas com a quantia investida, considere a frequência dos aportes e o tempo total do investimento!

Como ter retorno no longo prazo?

Mesmo que você não consiga aplicar uma grande quantia por mês, tenha em mente que o hábito de poupar e de investir pouco, desde que frequentemente, pode dar um resultado bastante satisfatório no longo prazo. Se consultar a ATIVA Investimentos, por exemplo, poderá facilmente encontrar aplicações seguras que renderão uma quantia superior ao retorno da poupança e à porcentagem da inflação. Já se teimar que o dinheiro que possui é pouco, optando por deixá-lo na caderneta, com o tempo, pode ter perda do poder de compra da quantia apenas guardada no banco. Logo, o hábito de poupar e investir, por si só, já é um grande passo rumo à formação de patrimônio.

E se quer ter ainda mais informações em mãos para saber como investir, entre em contato com a ATIVA Investimentos para conhecer as aplicações mais adequadas para seu perfil! Não perca mais nem um segundo, nem um centavo!

 
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