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Entenda como funciona a variação do dólar e suas consequências

A moeda estadunidense tem sido usada como a principal para realizar transações comerciais, sendo considerada uma das moeda mais forte — fato decorrente à participação dos Estados Unidos na economia mundial em um cenário cada vez mais integrado.

O brasileiro já sabe que mudanças acontecem com a alta ou com a queda do dólar americano. Tal variação influencia nas importações e exportações, afetando não só os empresários, mas também o consumidor final, com mudanças na inflação e preços nos produtos no mercado nacional, por exemplo.

Os viajantes precisam ficar de olho para que o valor da moeda não interfira na viagem nem na hora de quitar as contas. Quer saber mais como a moeda estadunidense pode afetar a sua viagem e seu cotidiano? Continue a leitura do artigo!

O porquê da variação do dólar

O primeiro passo para entender como a moeda norte-americana se comporta é saber o motivo por trás da variação. A taxa de câmbio consiste na relação direta entre duas moedas, e é o que define como dois países vão negociar e quais serão os preços de cada moeda, auxiliando a integração das economias.

Assim, a situação do país é outro fator que interfere no valor do dólar. A instabilidade econômica e política pode, ou não, garantir investimentos e atrair capital estrangeiro, fazendo com que o dólar entre em maior ou menor quantidade no país.

Por sua vez, a lei da oferta e da procura é o que define o valor da moeda para compra e venda. Quando a procura é muito alta, o valor do dólar em relação ao real, por exemplo, tende a ser maior. Quando a oferta é maior, o valor tende a cair.

O momento da cotação

O dólar aparece em três versões — comercial, turismo e paralelo —, cada uma delas atua em um mercado diferente e possui valores e usos específicos.

O dólar comercial é a cotação utilizada em transações comerciais no exterior, importação ou exportação por pessoa jurídica. É usado também em movimentações públicas fora do país e em alguns tipos de investimentos no exterior, sendo supervisionado pelo Banco Central e não podendo ser utilizado em viagens.

O dólar turismo é a moeda usada por viajantes para comprar bens no exterior e apresenta diversos valores durante o dia, dependendo da procura, tendendo a ter um valor maior que o dólar comercial. Para a comercialização dessa cotação, é necessário que haja certa quantia em notas físicas, que aumentam o gasto das casas de câmbio. É a versão usada nos pagamentos via cartão de crédito.

O dólar paralelo circula num mercado clandestino, sem regulação do Banco Central e por isso, seus participantes estão sujeitos a penalidades e sanções. Trata-se de uma atividade ilegal.

As consequências na vida do viajante

Com a moeda mais cara, o poder de consumo do brasileiro no exterior é menor, reduzindo a vantagem de adquirir produtos e bens, ou seja, o real está desvalorizado em relação ao dólar. Apesar de não favorecer o viajante que quer gastar no exterior ou importar produtos, as exportações de produtos brasileiros são beneficiadas e o acerto de dívidas no exterior também.

Além disso, custos com passagens aéreas e hospedagem aumentam para os brasileiros no exterior. O contrário acontece com os estrangeiros, já que o turismo nacional é valorizado com a desvalorização do real.

Gastos nas diversas formas de câmbio, como cartões pré-pagos e cartões de crédito, devem ser controlados para que as dívidas possam ser quitadas e não compliquem a vida do consumidor. Já a moeda mais barata pode facilitar os gastos e possibilitar mais importações, apesar de não favorecerem o mercado interno de exportação.

A moeda certa

Além das possíveis dúvidas com o câmbio, os viajantes podem ter dúvidas e problemas com as notas falsas da moeda americana. Mas, com algumas observações rápidas, é mais fácil identificar qualquer alteração.

A primeira dica é se atentar à textura: a nota é feita de fibras de algodão e linho, bem diferente do papel convencional, Além disso, a tinta também deixa um leve relevo no papel, que é facilmente perceptível e, em comparação ao papel convencional, a nota é mais fina.

Outra dica é colocar a cédula contra a luz, assim é possível verificar se a imagem que aparece condiz com o retrato. O retrato possui muitos detalhes e bordas bem definidos, enquanto as notas falsas apresentam linhas confusas e borradas.

Por fim, a nota genuína pode ser esfregada em outro papel branco e a parte que possuir tinta vai deixar um borrão verde, mas sem ranhuras. Já a  nota falsa vai deixar marcas.

E aí? Entendeu quais são as consequências da variação do dólar? Conta pra gente nos comentários.

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