Envio de remessa de dinheiro para o exterior: Saiba como funciona Envio de remessa de dinheiro para o exterior: Saiba como funciona
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Envio de remessa de dinheiro para o exterior: saiba como funciona

O envio de remessa de dinheiro para o exterior tem se tornado uma prática cada vez mais comum diante das várias oportunidades de viagens em um mundo globalizado. Seja a lazer, a negócios ou estudo, de forma definitiva ou por uma temporada, é importante planejar o orçamento antes de arrumar as malas.

Em alguns casos, pode ser necessário um reforço financeiro e você deve estar informado sobre o funcionamento do envio. É preciso ficar atento às modalidades de transferência, taxas, prazos, limites, impostos e câmbio para tomar a melhor decisão.

Contratar uma instituição financeira para orientar o processo de envio e realizá-lo com segurança é uma ótima alternativa. Fique por dentro do procedimento:

Opções de envio

Transferência entre contas

Para o envio de remessa de dinheiro para o exterior entre contas, você precisa de uma conta nacional — no país de origem — e outra regularizada no destino — para onde o dinheiro será enviado. Contratar uma instituição financeira que oferece assessoria na transferência entre contas pode ajudar muito. Um assessor financeiro auxiliará com informações, como a necessidade do código Swift ou IBAN.

Esse processo é demorado e tem o custo mais elevado. Por esse motivo, ele não é recomendado para quem fará transferências com frequência, mas tem como principal benefício o valor do câmbio —  o envio é feito com o câmbio comercial, que costuma ser mais vantajoso que o flutuante, usado nas outras opções.

Se o objetivo é transferir dinheiro, a abertura da conta só vale a pena se o migrante precisar dela para outros propósitos. 

Cartão pré-pago

O cartão pré-pago é outra ferramenta que pode ser usada para o envio de remessa de dinheiro para o exterior. Uma instituição financeira que oferece atendimento via assessores ou consultores vai ajudar na escolha do melhor cartão.

Depois de emitido, basta transferir a quantia necessária, sempre que preciso. O IOF cobrado é de 6,38% e vale ressaltar que para saque é incidida uma tarifa de R$ 2,50 na moeda do cartão.

IOF – Imposto sobre Operações Financeiras

O IOF é um imposto específico do Brasil e incide nas operações de crédito, câmbio, seguro ou quaisquer outras operações relativas a títulos ou valores mobiliários. É importante lembrar que são tributados apenas os pagamentos feitos do Brasil, cuja remessa se faça ao exterior.

Gastos lá fora com refeições, transportes e passeios não são tributados. Quanto à incidência do IOF, para a compra do dinheiro vivo, a tarifa é de 1,1%, para o serviço de remessas internacionais é 0,38% e sobre a recarga de cartão pré-pago, saque de conta-corrente e despesa de cartão de crédito é de 6,38%.  

Imposto de Renda

Desde janeiro, os valores remetidos ao exterior começaram a sofrer incidência do Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) —  alíquota de 25%. O governo decidiu acabar com a isenção para as remessas com valor até R$ 20 mil, válido até 2015. Remessas a não dependentes que moram em outro país são taxadas.

Contudo, a Receita Federal decidiu que o imposto não incide sobre todas as remessas ao exterior, e determinou que essa restrição vale para pagamentos associados à prestação de serviço.

Tudo que for pago, entregue, creditado ou remetido para o exterior decorrente de pacotes turísticos — hotéis e passagens —, ingressos e aluguel de carros, negócios, treinamento ou missões oficiais são taxados. No entanto, despesas de educação e saúde não. Para essas finalidades, a alíquota é de 6%, definida na Medida Provisória, nº 713.

Remessas feitas para pagamentos de fins educacionais, culturais ou científicos no exterior estão isentos do IRRF. Há isenção para cursos realizados lá fora, de qualquer área ou duração. A prática de enviar dinheiro para um filho que esteja em outro país e que precisa pagar taxas escolares, estadias em residência estudantil, inscrição em seminários ou congressos, por exemplo, está isenta do IR. 

Fazer remessas para parentes ou amigos no exterior que precisam pagar despesas médico-hospitalares também estão isentas da tributação. As deduções devem ser comprovadas e justificadas e, ao fazer a remessa, basta identificar a operação, classificando-a como educacional ou para fins de saúde. 

Dessa forma, a incidência do IR é variável e depende da natureza do serviço realizado e também do país de destino do serviço.

Lembrando ainda que gastos com refeições, transporte e passeios turísticos no local de destino não são tributados, nem precisam ser declarados, assim como pagamentos com cartão de crédito em sites internacionais e comprar moeda estrangeira em espécie. 

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