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O terrorismo e o mercado de ações

“As principais bolsas europeias fecharam em baixa nesta quarta-feira, com as notícias de uma ação policial na França contra suspeitos terroristas pesando na confiança do investidor. O nervosismo com o terror voltou a pressionar as ações de vários setores da economia mundial como petróleo, bancos e turismo”. Com certeza, você já ouviu um apresentador de um telejornal ou leu em algum jornal diário, essas frases mencionadas no início do texto. É como se os mercados já estivessem atentos para um efeito inesperado como os atentados terroristas.

Os últimos atentados da Al Quaeda, por exemplo, em Washington e Nova York, nas duas principais metrópoles americanas, causaram prejuízos da ordem de 40 bilhões de dólares, segundo os últimos cálculos. Maiores foram os danos causados pelo forte terremoto em Kobe, no Japão, em 1995, com seus 6500 mortos e 200 mil casas destruídas. No entanto, uma catástrofe natural não é o mesmo que um atentado habilmente planejado.

Após os atentados, em 2001, com o medo tomando conta dos Estados Unidos, os políticos em Washington baixaram os juros para manter a economia aquecida. A medida criou o ambiente ideal para o surgimento de bolhas econômicas. A mais grave, a imobiliária, teve consequências planetárias, jogando o mundo na maior crise desde 1929. É evidente que atos terroristas podem influenciar a economia. Tanto a local quanto a global, tanto a médio quanto em longo prazo.

Você sabia que dos anos 90 até agora o Grupo ETA causou um prejuízo de 700 milhões e euros ao ano para o país Basco? Além de danos materiais e aumento dos gastos com segurança. O terrorismo no país Basco causou uma redução de 20% do PIB da região ao longo do tempo, já que empresas deixam de investir lá para se instalar em outras regiões, principalmente em Madri, na Espanha.

Na França, por exemplo, o setor de turismo é o mais preocupante. A França é o país que mais recebe turistas em todo o mundo: foram 83,7 milhões no ano passado, segundo dados do governo francês. A atividade corresponde a 8,9% do PIB francês, ou € 191,4 bilhões em 2014, considerando os efeitos diretos e indiretos, de acordo com o Conselho Mundial de Viagens e Turismo (WTTC, na sigla em inglês). O setor emprega, direta e indiretamente, 2,714 milhões de pessoas.

Por essas e outras razões que o mercado é dinâmico. Quando acontece algo externo, as principais bolsas mundiais oscilam e algumas até “despencam”, no jargão dos analistas do mercado.

Para não ficar inseguro com possíveis oscilações na Bolsa, conte conosco! Conheça sobre nossos produtos e serviços e deixe o seu comentário!

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