Os 3 Principais Tipos de Riscos dos Seus Investimentos | Blog ATIVA
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Os 3 principais tipos de riscos dos seus investimentos

Alguns tipos de investimentos são mais seguros que outros, mas investir não importa em quê, sempre envolve algum risco. Como as possibilidades de aplicações para o seu dinheiro são grandes e diversas, enormes também são as variáveis que afetam os rendimentos dessas aplicações, podendo oscilar, inclusive, o efeito que uma mesma variável tem sobre dois investimentos diferentes.

No post de hoje falaremos um pouquinho sobre os três principais tipos de riscos dos seus investimentos: o risco de mercado, o risco de liquidez e o risco de crédito. Se você está pensando em começar a investir ou já atua no mercado financeiro, mas ainda não tem muita experiência, esse artigo foi feito na medida para você. Confira!

Risco de mercado

O risco de mercado decorre das condições da economia, que passam por alterações de juros, câmbio, etc, e afetam os mercados como um todo.

Esse tipo de risco é mais comum em investimentos que apresentam uma maior oscilação de valor, ou, como se diz no mercado financeiro, são investimentos de alta volatilidade.

Quanto mais conservadora for considerada uma aplicação, mais próxima de 0% será sua volatilidade anualizada. Por outro lado, aplicações que têm uma volatilidade anualizada superior a 20% já são consideradas altamente arriscadas e agressivas.

Amenizando esse risco

A técnica mais utilizada por investidores para amenizar o risco de mercado é chamada de “diversificação de investimentos“. Sua prática trata-se, basicamente, da velha história de não colocar todos os ovos na mesma cesta, ou seja, literalmente diversificar onde você quer aplicar seus investimentos.

Uma vez que diferentes tipos de aplicações são afetados de maneiras diferentes diante dos mesmos acontecimentos, a chance de você perder grandes quantias após eventos inesperados, como o estouro da bolha imobiliária de 2008, por exemplo, é muito reduzida.

Risco de liquidez

Em economia, o termo liquidez se refere à facilidade com que se consegue converter algum ativo, a qualquer momento, em uma moeda de troca amplamente aceita — ou seja, dinheiro —, sem que esse ativo perca seu valor.

Explicando esse conceito na prática, utilizaremos um carro de luxo e um carro popular como exemplo. Ainda que o primeiro seja muito mais desejado que o segundo, seu alto valor faz com que vendê-lo não seja uma tarefa fácil e, a menos que você baixe seu preço em relação ao valor de mercado, demorará um tempo. Dessa forma, um carro popular tem uma liquidez maior que um carro de luxo, pois é muito mais fácil de ser comercializado.

Amenizando esse risco

Como forma de amenizar esse risco, um bom investidor sempre precisa separar uma quantia segura que pode ser destinada aos investimentos de longo prazo e que, mesmo diante de imprevistos, não precisará ser resgatada.

Risco de crédito

O risco de crédito provém, basicamente, do risco de calote por parte de uma organização com seus credores. Em outras palavras, uma empresa que tem um alto risco de crédito é um negócio que tem grandes chances de não cumprir com seus compromissos financeiros até a data acertada.

Amenizando esse risco

Antes de decidir investir em uma empresa, o primeiro passo que você deve dar é buscar informações a respeito dela. Existem no mercado empresas como a Moody’s ou a Standard & Poor’s, por exemplo, que atuam classificando outras empresas quanto à sua capacidade de pagamento aos credores. 

Os ratings fornecidos por essas empresas são uma excelente fonte de informação, mas você não deve se ater somente a eles. É preciso buscar também informações a respeito da solidez da organização na qual você pretende aplicar seu dinheiro.

Por fim, vale ressaltar que a melhor forma de proteger seu patrimônio é contar com o auxílio de uma boa consultora de investimentos para decidir investir. Somente ela, mais do que qualquer um, será capaz de lhe passar as melhores informações de mercado, ajudá-lo a tomar as melhores decisões nos momentos certos e, principalmente, a obter bons retornos financeiros!

E você, como lida com esses riscos em seus investimentos? Compartilhe conosco suas experiências como investidor deixando seu comentário!

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