Previdência Privada: guia com as 10 principais dúvidas - ATIVA Investimentos - Blog
Educação Financeira

Previdência Privada: guia com as 10 principais dúvidas

Você já ouviu falar em previdência privada, mas ainda não investiu porque tem muitas dúvidas? É a solução ideal para você não depender apenas de INSS e ter um futuro mais confortável. Veja a seguir as principais perguntas e respostas:

O que é previdência privada?

É uma aposentadoria complementar ao INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). É um investimento, de longo prazo, em que você escolhe o valor da contribuição e a periodicidade que você irá aplicar o seu dinheiro. O objetivo principal é garantir uma renda ao fim do período de contribuição.

Você pode, por exemplo, contribuir com R$ 100 por mês. E o valor que você receber — quando começar a fazer uso dessa previdência — será proporcional ao que contribuiu.

Aposentadoria pública X aposentadoria privada

A previdência social dificilmente se equipara ao salário que o trabalhador recebe durante sua carreira. Isso porque o INSS contabiliza certas despesas que são descontadas do montante a ser recebido — o que diminui muito o valor da aposentadoria para o contribuinte.

Já na previdência privada, o contratante escolhe o quanto quer e pode investir. Isso ajuda a manter o padrão de vida, mesmo após terminados os anos de trabalho. Assim, não é preciso mudar bruscamente seu patamar de consumo e você pode ter mais segurança.

Qual é a diferença entre planos abertos e fechados?

Os planos abertos são aqueles que podem ser contratados por qualquer pessoa.

Já os planos fechados, chamados de fundos de pensão, são oferecidos pelas empresas apenas para os seus funcionários. Em alguns casos, o funcionário colabora com uma parte e a empresa complementa esse valor.

Quais tipos de planos de previdência existem?

Os planos de previdência privada estão divididos em duas categorias: VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre) e PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre). A diferença básica entre essas duas categorias é a forma de tributação (ver abaixo).

Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) – as contribuições podem ser deduzidas do Imposto de Renda até o limite de 12% da renda bruta anual do investidor. É um plano mais adequado para quem faz a declaração completa. Nessa categoria, o imposto incide sobre o valor total de Previdência. Em caso de resgate ou pagamento de benefício de aposentadoria, o IR incide sobre o valor total.

Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL) – não há deduções ao Imposto de Renda. Porém, a incidência de imposto se dá apenas sobre os rendimentos. É indicado para quem faz declaração por meio do modelo simplificado. Ou seja, se desses R$ 600 mil que há no seu fundo, R$ 200 mil foi de ganho de capital (rendimento), o imposto irá incidir sobre os R$ 200 mil e não nos R$ 600 mil.

Tabela progressiva ou regressiva?

Há duas modalidades de tributação em que o investidor pode optar: progressiva ou regressiva. Você pode escolher de acordo com os critérios que mais lhe atendem.

Progressiva é quando as alíquotas aumentam de acordo com a tabela base de cálculo anual, limitada a 27,5%.

(tabela progressiva válida para 2018 – abaixo:)

regressiva: as alíquotas diminuem com o passar do tempo, limitada a 10%.

Quem pretende deixar o dinheiro por pouco tempo deve optar pela progressiva. Já quem planeja um investimento a longo prazo, é melhor utilizar a tabela regressiva.

Existe um valor mínimo para contribuir?

O valor da contribuição mínima varia de seguradora para seguradora. Algumas tem planos com contribuição mínima mensal de R$ 100,00 outras R$ 1.000,00 etc. Isso depende do tipo do fundo que você escolher.

De qualquer forma, hoje temos no mercado um número considerável de fundos e um deles pode atender você. Lembre-se quanto mais cedo você começar a contribuir maior será a reserva para a aposentadoria.

Quando é possível resgatar?

Embora seja indicada para quem quer se aposentar, não é obrigatório que você cumpra todo o plano de previdência traçado. O valor investido pode ser resgatado a qualquer momento. Fique atento as regras de resgate do seu plano, para saber em qual alíquota do IR irá cair e carência do fundo (tempo minimo de permanência do fundo).

Morte do participante. Para onde vai o dinheiro?

Infelizmente, não é possível prever a morte de um ente querido. Ao fazer um plano de previdência privada, o participante determina os seus beneficiários, ou seja, as pessoas que deverão receber os recursos quando ele falecer. Além disso, o dinheiro depositado na aposentadoria privada não vai para o inventário limitando até 50% do patrimônio total do falecido.

Nem todos os beneficiários deverão ser seus herdeiros necessários, mas recomenda-se que seus herdeiros necessários sejam beneficiários da previdência. Caso o participante venha a falecer sem indicar beneficiários, os recursos são revertidos para os herdeiros necessários.

O fundo criado pelo contribuinte pode ser transferido para quem ele determina

Existe idade certa para começar a investir?

Não tem. Até menores de idades podem fazer. Quanto antes você fizer, mais reserva você terá para garantir futuro.

É possível fazer portabilidade?

Se você estiver insatisfeito com as condições do seu plano ou quiser mudar de instituição, a transferência não é burocrática. Você pode transferir a quantia paga até o momento da portabilidade para outra instituição sem precisar fazer o resgate do dinheiro ou pagar taxas.

A portabilidade permite que o trabalhador que opta pela previdência privada tenha total conforto para migrar entre instituições, escolhendo aquela que melhor lhe atender.

Gostou e quer investir em previdência? Abra sua conta na Ativa Investimentos. 

Você deve gostar também
O que você precisa saber para garantir uma aposentadoria tranquila
Renda Variável: quais foram as aplicações de maior sucesso em 2016?
5 dicas para estabelecer e alcançar metas pessoais em 2017

Deixe seu comentário

Seu comentário*

Seu nome*
Sua página da Web

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.