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Educação Financeira

Títulos públicos em 2017: saiba se vale a pena investir

Seguindo as expectativas, o ano de 2016 foi um ano de recessão econômica, crise política e incertezas para o brasileiro, que sentiu em grande peso fatores como as variações da inflação, a cotação do dólar, o aumento de preços e o desemprego.

As previsões para 2017 apontam uma pequena e lenta melhora, que depende ainda de vários aspectos, como a conjuntura política americana e europeia, além da própria instabilidade politica e econômica do Brasil.

Em contrapartida, os cidadãos têm se preocupado ainda mais em investir. Há muitas oportunidades para quem quer aplicar dinheiro e se dar bem nesse momento. Os títulos públicos são opções para os investidores e se mostram cada vez mais atrativos. Continue a leitura do artigo para saber mais sobre esse tipo de investimento!

Como os títulos públicos funcionam?

Resumidamente, os títulos públicos são títulos disponibilizados pelo Tesouro Nacional e BM&FBovespa desde 2002 para pessoas físicas. São ativos de renda fixa, cuja rentabilidade e variáveis já estão estabelecidas na hora da compra, podem ser pré ou pós-fixados, e têm finalidade de financiar a dívida pública, viabilizando obras e atividades do Governo Federal.

E, em troca, os investidores são remunerados com o valor da aplicação mais o acréscimo de juros e outros rendimentos dos anos posteriores à compra, e podem ser de curto, médio e longo prazo.

Quais são as vantagens do investimento?

A acessibilidade é uma vantagem desse tipo de ativo, uma vez que tudo pode ser feito pela internet. Neste cenário, são permitidas as aplicações a partir de R$ 30 e, para comprar os títulos, é preciso apenas ser residente no Brasil e possuir CPF, além de estar cadastrado em alguma instituição financeira, bem como uma corretora de valores. Em um cenário de dificuldades, como o de 2017, investimentos mais modestos podem garantir bons ganhos.

Por serem aplicações de renda fixa e garantidos pelo Governo, são consideradas opções de baixo risco, tendo em vista ações, por exemplo. Em tese, a chance de o Governo não honrar com as dívidas é muito baixa. As taxas são poucas, apenas de custódia e de administração, que geralmente são bem reduzidas e são o oposto das taxas indexadas, que tendem a ser muito altas, tais como a Selic e o IPCA.

As vantagens são muitas para aqueles que podem aplicar certa quantia de dinheiro por um longo tempo, avaliando qual o objetivo da aplicação e quando você precisará da quantia.

Qual é o melhor tipo de título?

Tesouro Prefixado

Entre eles, o Tesouro Prefixado (LTN) e o Tesouro Prefixado com Juros Semestrais (NTN-F) são títulos em que já se garante o rendimento total na efetuação da compra. Assim, são oportunidades para o próximo ano, caso os indicadores e as taxas tenham uma redução, como é esperado.

O título LTN é um ativo prefixado, ou seja, é possível saber quanto pagará no vencimento. Ao adquirir esse ativo, a taxa da compra é conhecida e no vencimento esse ativo pagará um montante de R$ 1.000,00. É uma opção que tem liquidez a mercado, isso significa que o resgate não é garantido. Esse tipo de investimento é indicado para investidores com perfil moderado.

Já o NTN-F possui características bem parecidas com a LTN sendo a principal diferença que esse ativo paga juros semestralmente, sendo indicado também para um investidor moderado.

Tesouro Pós-fixado

Taxas como Selic, CDI e IPCA atuam em tais títulos, também podendo estar aliados a outras taxas fixas. Desse modo, com a queda ou a ascensão desses índices, o rendimento segue o mesmo caminho.

O título LFT é um ativo pós-fixado, logo, não sabemos quanto pagará no vencimento, é remunerado pela taxa Selic e tem alta liquidez. É possível ver diariamente o aumento do dinheiro investido e é indicado para investidores com perfil conservador.

O título NTN-B tem algumas particularidades. É um ativo que tem remuneração atrelada à inflação e é pós e prefixado ao mesmo tempo. Isso acontece porque a parte da inflação é pós-fixado e a taxa paga a mais é a parte previamente fixada.

Além disso, tem pagamento de juros semestral e ativo com vencimentos mais longos — por exemplo, apenas em 2050. Sua liquidez também é a mercado e seu preço pode variar conforme a política econômica que está sendo aplicada. É indicado para um investidor moderado.

O NTN-B Principal segue algumas características do NTN-B, mas o que o diferencia é o pagamento de juros apenas no vencimento.

Quais são as desvantagens do investimento?

Como qualquer outra aplicação financeira, existem riscos que, por mais que sejam reduzidos, ainda são fatores a serem avaliados. O risco de crédito, já citado anteriormente, com a probabilidade do Governo não honrar a dívida é o primeiro deles.

Além disso, os títulos não contam com segurança contra perdas nem cobertura do FGC (Fundo de Garantia de Crédito).

Portanto, os títulos públicos aparecem como uma opção de aplicação para o ano de 2017, já que a modalidade tende a se popularizar mais e atrair a atenção dos investidores. São investimentos mais seguros, com rentabilidade boa, de fácil acesso e com rendimento superior ao da poupança.

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