Tributação de impostos no Tesouro Direto: Entenda como funciona | Blog ATIVA
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Tributação de impostos no Tesouro Direto: Entenda como funciona

Os títulos públicos (ou do Tesouro Direto) são ativos de renda fixa que possuem a finalidade de captar recursos para o financiamento da dívida pública e financiar atividades do Governo Federal, como educação, saúde e infraestrutura.

Aqui no blog você já deve ter lido alguns artigos sobre Tesouro Direto. É um tema que desperta curiosidade, afinal, todos querem saber como funciona esse investimento considerado tão seguro. E uma das dúvidas que chegou recentemente aqui para nós foi sobre tributação. Por isso, vamos dar mais detalhes sobre os impostos nesse tipo de investimento. 

A maioria dos investimentos em renda fixa no Brasil está sujeita ao recolhimento na fonte de Imposto de Renda e IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). Com o Tesouro Direto, não é diferente. O IOF é cobrado apenas para aplicações com prazo de até 30 dias. E a tabela do IR é regressiva, ou seja, quanto mais tempo os recursos ficam aplicados, menor será o valor pago por você.

Nós da ATIVA Investimentos zeramos a taxa de administração sobre esse tipo de investimento, e a tributação sobre ele fica ainda menor. A alíquota de IR que incide sobre o investimento em títulos públicos é de 22,5% sobre o lucro obtido em aplicações de até 180 dias, de 20% em aplicações de 181 a 360 dias, de 17,5% em aplicações de 361 a 720 dias e de 15% em aplicações acima de 720 dias.

 

Como funciona a tributação de títulos com cupom?

Pelo Tesouro Direto, é possível comprar títulos com cupom semestral (NTN-B e NTN-F) e sem cupom semestral (LTN, NTN-B Principal e LFT). O cupom é o pagamento de juros do papel. Apesar de os títulos não serem mais físicos, o termo se refere à época em que os títulos públicos vinham com pequenos cupons destacáveis toda vez que trocados pelo dinheiro equivalente aos juros. 

Os títulos de cupom resgatados antes de seis meses de investimento serão taxados em 22,5%, o pagamento seguinte terá 20% do lucro descontado na fonte, e assim por diante, mesmo que o investidor não se desfaça da aplicação.

Ocorre perda de dinheiro porque toda vez que o investidor recebe o cupom. Ele paga Imposto de Renda, mas também existem algumas vantagens como a geração de fluxo de caixa e a possibilidade de realocar parte do seu capital em investimentos mais interessantes no momento do pagamento dos cupons.

Ou seja, é possível ter acesso a um dinheiro extra sem a necessidade de vender parte dos títulos. Se esse dinheiro não precisar ser usado no momento, sugerimos que ele seja reinvestido. Por outro lado, se o objetivo for investimento de longo prazo, indicamos que você não compre papéis com pagamento de cupom. Com um título que não paga cupom, o valor equivalente ao Imposto de Renda só será recolhido no resgate e renderá juros até lá.

 

Tesouro Direto registra melhor resultado da história

Segundo dados divulgados pelo Tesouro Nacional em abril de 2017, as vendas atingiram R$2,648 bilhões no mês anterior. Este é o maior valor mensal registrado desde a criação do programa Tesouro Direto, em 2002.

Os investimentos de menor valor seguem como preferência entre os aplicadores. As vendas abaixo de R$ 5 mil concentravam 61,2% do volume aplicado em março de 2017.

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