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Investir em Previdência Privada: ser mais agressivo ou conservador?

Investir em Previdência Privada deixou de ser um luxo e se tornou uma necessidade para quem quer garantir uma aposentadoria mais tranquila e estável no futuro.

Sendo assim, é importante aprender como funciona o investimento em Previdência Privada para explorar melhor essa opção. Bem como, para ter certeza de que você terá uma boa renda complementar quando finalmente se aposentar.

A Previdência Privada funciona em dois estágios: o primeiro deles é o de acumulação. Nessa fase, você faz aportes mensais ao seu investimento e escolhe um fundo de gestão de uma corretora para que o dinheiro seja aplicado e renda juros.

No segundo estágio — o de utilização de reservas — você recebe o montante acumulado e o pagamento pode ser feito em prestações mensais ou de uma vez só.

Como se trata de uma aplicação flexível, é possível investir em Previdência Privada tanto com um perfil agressivo, quanto com um perfil conservador. Não sabia? Então siga a leitura para descobrir qual estratégia é a mais adequada para você!

Como funciona a aplicação de recursos da Previdência Privada 

O mecanismo de funcionamento da Previdência Privada é bem simples: você vai acumulando dinheiro com o tempo e, enquanto isso, aplica esse montante em um ou vários fundos de investimento.

Esses fundos, por sua vez, reúnem o dinheiro de várias pessoas, podendo atuar no mercado em busca de melhores oportunidades para lucrar. No fim das contas, todo mundo ganha mais por causa disso.

Como se trata de uma aplicação versátil, é possível escolher fundos de investimento com diferentes perfis de gestão — desde os mais agressivos até os mais conservadores.

Nas opções conservadoras, os fundos de investimento na Previdência Privada aplicam os recursos apenas em títulos de Renda Fixa, como o Tesouro Direto, CDBs, LCIs e LCAs.

Já nas opções mais agressivas, o fundo pode ter recursos aplicados em Renda Variável, incluindo o mercado de ações, debêntures, ETFs e até mesmo no mercado de câmbio.

É interessante investir em Renda Variável?

Uma das principais dicas para investir em Previdência Privada é entender como lidar adequadamente com os riscos de aplicar em fundos de gestão com portfólio em Renda Variável.

De acordo com as normas, um fundo de investimento em Previdência Privada não pode ter mais do que 70% dos seus recursos alocados em opções de Renda Variável. A exceção é para os fundos direcionados a investidores qualificados — que são pessoas com mais de R$ 1 milhão em aplicações financeiras.

Esse limite não é ruim, pelo contrário: faz parte de uma boa estratégia de diversificação de investimentos optar por aplicar o seu dinheiro em algumas alternativas mais conservadoras e outras mais agressivas.

Dessa forma, as aplicações de Renda Fixa do fundo ajudam o investidor a se proteger dos riscos de investimentos em Renda Variável, oferecendo boa rentabilidade e segurança.

O que fazer caso o rendimento fique negativo?

Quando optamos por adicionar Renda Variável em um portfólio de investimentos, é normal que haja períodos de oscilação na rentabilidade, inclusive com possível rendimento negativo.

Nessa hora, bate o desespero e muitos retiram o dinheiro da aplicação e buscam investir em outro lugar. No entanto, essa atitude é um erro, pois cristaliza o prejuízo. Enquanto houver o investimento, há a possibilidade de recuperar a perda.

Uma das vantagens de investir em Previdência Privada é que se trata de uma aplicação de longo prazo. Uma pessoa de 25 anos, por exemplo, que entrou no mercado de trabalho e começou a investir provavelmente levará 40 anos para resgatar o dinheiro.

Assim, mesmo que tenha um, dois ou mais meses de prejuízo no começo da aplicação, há tempo de sobra para recuperar o valor. Essa é a regra quando falamos em Renda Variável no longo prazo.

Como conciliar a Renda Fixa à Renda Variável?

O fato de chegar até aqui e entender que a Previdência Privada é uma boa opção não significa que você deva pegar todo o seu dinheiro e colocar em Renda Variável. Essa estratégia é, portanto, agressiva demais.

O ideal é conciliar as opções, diversificar os investimentos e se proteger ao mesmo tempo que aumenta sua rentabilidade. Isso é feito com estratégia e aproveitamento de oportunidades. Assim, a escolha ideal para qualquer investidor dependerá do perfil de investimento em Previdência Privada que ele deseja.

Normalmente, é recomendado que os jovens optem por fundos mais agressivos, já que terão mais tempo para construir a aposentadoria e minimizar os riscos. Por outro lado, as opções mais conservadoras ficam com quem tem uma maior experiência de vida, ou seja, pessoas mais velhas.

Nesse sentido, é importante fazer uma análise constante dos resultados para adaptar a estratégia a depender de um novo contexto na vida do investidor. Por exemplo: depois de um casamento, os custos mensais mudam e os riscos também, por isso, vale a pena estudar finanças para casais e adaptar seu plano para incluir as novas variáveis.

Com o tempo, o ideal é começar a trocar as opções de risco por alternativas mais seguras. Conforme a aposentadoria se aproxima, aumentar o valor acumulado deixa de ser uma prioridade dando lugar à garantia de estabilidade.

O papel da corretora nesse processo

As opções de escolha de fundos para investir em Previdência Privada são muitas. Levando isso em consideração, é importante escolher uma corretora de valores que seja parceira do investidor e que esteja disposta a estabelecer uma relação duradoura — visto que a ideia é aplicar por algumas décadas antes de curtir o merecido descanso da aposentadoria.

Um dos diferenciais da Ativa Investimentos é contar com um atendimento especializado que entende o perfil do investidor e elabora uma estratégia personalizada. Ao conversar conosco, podemos entender o que é importante para você e oferecer os fundos de investimentos mais adequados.

Com uma parceria assim, fica fácil investir em Previdência Privada e garantir uma aposentadoria tranquila, sem perder o padrão de vida que você construiu durante décadas de trabalho.

Se quiser saber ainda mais sobre esse tipo de investimento, leia agora mesmo a resposta para as 10 principais dúvidas sobre Previdência Privada. Até a próxima!

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