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Confira as principais informações acerca dos Fundos DI puros!

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Uma máxima conhecida no mercado é que não existe investimento essencialmente bom ou ruim. O que existe, portanto, são aplicações que podem ser úteis em determinados momentos e para perfis específicos. Um exemplo disso são os Fundos DI puros.

Para todo investidor, é importante conhecer os detalhes conceituais de cada tipo de investimento. Com isso, você poderá entender quais aplicações são as mais úteis para você e em quais momentos usá-las. Assim, fica mais fácil montar a carteira de investimentos ideal.

Quer conhecer mais sobre os Fundos DI puros para saber se eles são úteis na sua estratégia? Então, siga com a leitura do artigo!

O que são Fundos DI puros e qual a função deles?

Os Fundos DI (também chamados de Fundos de Renda Fixa Referenciados DI) são Fundos de Investimentos focados em ativos de Renda Fixa. Por regra, os Fundos DI devem ser compostos, no mínimo, de 95% de ativos cujo rendimento seja atrelado à Selic ou ao CDI. Esses ativos atrelados à Selic ou ao CDI podem ser títulos públicos (Tesouro Direto) ou títulos privados, como CDBs de bancos.

No caso dos Fundos DI puros, entretanto, todos os ativos de Renda Fixa são públicos, sem a presença de crédito privado dentro da carteira do Fundo. Essa é a grande diferença entre esse tipo de Fundo e outros DIs disponíveis no mercado.

Como os Fundos DI puros são compostos?

Como já mencionado, os Fundos DI puros são compostos por títulos públicos de Renda Fixa atrelados à taxa Selic. Esses títulos têm como nome oficial Letras Financeiras do Tesouro (LFT), mas você provavelmente já os conhece pelo nome comercial de Tesouro Selic.

Por conta disso, são Fundos muito interessantes para quem é iniciante ou quer montar uma reserva de emergência cujo valor esteja acompanhando frequentemente a variação da taxa básica de juros.

Qual é a rentabilidade dos Fundos DI puros?

A rentabilidade dos Fundos DI puros acompanha majoritariamente a oscilação da Taxa Selic, uma vez que a sua carteira de aplicação é composta basicamente pelo Tesouro Selic.

No entanto, é importante ter em mente que investir em um Fundo é diferente de aplicar em um título diretamente. Por causa disso, existem outros elementos que podem afetar a rentabilidade dessa aplicação.

Um desses elementos é a taxa de administração do Fundo. Normalmente, essas taxas começam em 0,20% ao ano, mas podem ser maiores do que isso. Elas costumam ser baixas, pois a gestão de um fundo DI puro não tem muitas surpresas. Como o risco de investir na dívida pública é muito baixo, a taxa de administração também é reduzida.

Outro elemento que deve ser colocado na conta é o famoso “come-cotas“. Basicamente, consiste na antecipação do Imposto de Renda, paga em maio e em novembro de cada ano (alíquota de 15%). Esse montante diminui a quantidade de cotas que um investidor possui e afeta a sua rentabilidade.

Como começar a investir?

Começar a investir em um Fundo DI puro é muito fácil. Na verdade, esses produtos são recomendados até mesmo para investidores iniciantes, que estão começando a se acostumar com o mecanismo de Fundos de Investimento.

Para comprar uma cota de um Fundo DI, basta entrar no Home Broker da corretora de investimentos e procurar pelas principais opções listadas. Analise as condições de cada Fundo, veja o valor das cotas, a estratégia de investimento e a taxa de aplicação. Quando finalmente encontrar uma alternativa que faça sentido para você, basta comprar a quantidade de cotas que desejar.

Quais são as vantagens de investir em Fundos DI puros?

Como dissemos no começo do artigo, não existe um investimento que é inerentemente bom ou ruim. O que existe são aplicações com vantagens e desvantagens para determinados perfis ou momentos. Isso é verdade tanto para quem quer investir na Bolsa de Valores, quanto em um Fundo DI, puro ou não.

Vantagens desse tipo de investimento

No caso desses Fundos de Renda Fixa, existem algumas vantagens bem interessantes. São elas:

  • Baixo risco — como os ativos são todos títulos do Tesouro, o investimento feito pelo Fundo é muito seguro e com baixíssimo risco de não trazer resultados;
  • Fácil aplicação — não é preciso muita análise para investir em um fundo DI puro. Basta ter uma conta em uma corretora e escolher a melhor opção;
  • Ótima opção para reserva de emergência — como contam com liquidez diária, mas ainda mantêm o rendimento do Tesouro Selic, os Fundos DI puros são uma excelente alternativa para compor a sua reserva de emergência;
  • Diversificação — é importante ter opções de Renda Fixa e Renda Variável em sua carteira. Os Fundos DI podem ajudar nisso.

Desvantagens desse tipo de investimento

Ao mesmo tempo, essa aplicação também conta com algumas desvantagens. São elas:

  • Come-cotas e outras taxas — a existência de tributos e taxas a serem pagos reduz bastante o rendimento obtido pelo Fundo DI puro;
  • Taxa Selic em queda — em épocas em que a taxa Selic está em queda, o rendimento dos Fundos DI fica comprometido.

O que deve ser observado antes da tomada de decisão?

Se você se interessou pela possibilidade de investir em Fundos DI puros, deve se preparar para fazer uma análise simples antes de tomar a sua decisão.

O primeiro ponto é verificar se há espaço na sua carteira para uma aplicação de Renda Fixa. Talvez faça sentido trocar alguns títulos por cotas de um Fundo DI, talvez não. Depende de cada contexto.

Se para o seu perfil esse investimento fizer sentido, a primeira coisa a olhar é a taxa de administração do Fundo. O valor dela vai impactar bastante o seu rendimento, então, o melhor é optar por uma com taxa baixa.

Com a taxa de administração em mente, você poderá olhar para a Taxa Selic e fazer uma “conta de padaria” para estimar o seu rendimento. Nesse caso, será importante considerar a inflação, o Imposto de Renda e o come-cotas na sua conta. Além disso, é valido olhar como está a diversificação da sua carteira.

Conclusão

Pronto, agora você já tem todas as informações para decidir se quer ou não investir em Fundos DI puros. Se eles forem uma boa opção para o seu perfil de investimento, tudo que você precisa fazer é analisar as alternativas do mercado.

Para isso, você precisará de uma conta em uma corretora. Se ainda não tem uma, entre em contato com a nossa equipe e saiba como podemos ajudar!

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