O que é carteira de investimento? 4 dicas para montar a sua!

Para alcançar grandes metas, é necessário contar com um bom planejamento e dedicação. No mercado financeiro, essa ideia se aplica na escolha de ativos e na criação de uma carteira de investimento que está sendo atualizada constantemente. Encontrar uma maneira de fazer o seu dinheiro render mais é uma das principais prioridades dos investidores. 

Independentemente do seu perfil, é importante escolher bem os elementos que vão compor sua carteira. Por meio de boas escolhas, você consegue proteger o seu dinheiro da inflação, das crises e das flutuações de mercado. Se você quer aprender a montar sua própria carteira de investimentos, siga com a leitura e confira nossas recomendações!

O que é uma carteira de investimentos?

Uma carteira de investimento pode ser definida como um conjunto de aplicações que está sob controle de um determinado indivíduo. Muitas vezes, ela é conhecida como cesta ou também como portfólio do investidor. 

Na prática, uma carteira é o nome que se dá aos ativos que você escolhe para atender a algum objetivo financeiro, seja ele focado no crescimento de longo prazo, no pagamento de dividendos ou em busca de ganho com a valorização de ações, por exemplo. 

Conhecer sobre esse conceito permite que você compreenda as melhores maneiras de montar sua carteira, encontrando um caminho otimizado entre o risco e o retorno adequado ao seu perfil. 

Como montar a sua?

Agora que você já compreende como é importante criar uma carteira de investimentos e planejar a curto e longo prazo suas aplicações, siga em frente e veja quais as melhores dicas para montar a sua. 

1. Conheça seu perfil de investidor

Definir qual o seu perfil de investidor é sempre a primeira etapa de qualquer estratégia inteligente de investimentos. Isso ocorre, pois, é por meio das características do perfil que os investimentos são escolhidos. 

Assim, vale realizar uma pesquisa ou um teste para identificar qual o seu caso. Grande parte da população conta com um perfil conservador, o que significa que são pessoas avessas ao risco e preferem um rendimento menor, mas garantido. Se essa ideia faz sentido para você, é provável que sua postura no mercado seja mais conservadora. 

2. Tenha objetivos claros

Outro fator determinante na criação da carteira é quanto aos objetivos. Você está investindo para ter renda passiva mensalmente? Seu foco está na aposentadoria? O objetivo é fazer o dinheiro crescer com a valorização de suas ações? A ideia é especular e lucrar com as flutuações do mercado?

Viu como existem diversas opções para se posicionar? Cada uma das metas listadas anteriormente devem ser associadas a diferentes ativos e posições. Por isso, é importante ter clareza dos objetivos antes de escolher os componentes da carteira.

3. Busque uma corretora com taxas justas

Um cuidado relevante é quanto à entidade financeira que deve intermediar suas operações no mercado. Principalmente para quem deseja fazer aplicações com o foco no longo prazo, a parceria com essa instituição deve durar muito tempo, o que exige ainda mais cautela.

Para quem pretende atuar em operações de curtíssimo prazo, também é necessário escolher bem a corretora ou banco que vai contratar. Isso é importante por conta do custo de corretagem referente a cada movimento no mercado. 

Já para quem trabalha com especulação financeira, por exemplo, há muitas entradas e saídas ao longo do dia, o que pode representar grandes custos com a corretora. Vale verificar as principais propostas do mercado e acompanhar qual atende suas necessidades. 

4. Estabeleça uma estratégia e escolha os ativos

Após passar por todas essas etapas, você já tem as principais informações para seguir com a escolha dos ativos e para a definição de estratégias a curto, médio e longo prazo. Uma excelente ideia é montar a carteira por meio de um equilíbrio entre elementos de renda fixa e outra parcela com renda variável.

Assim, para pessoas extremamente conservadoras, vale manter uma relação de 80% da carteira em renda fixa e o restante em ativos que podem flutuar, mas que apresentam um potencial de remuneração mais elevado.

Já para o perfil arrojado, essa lógica se inverte e você define uns 20% de ativos em renda fixa e o restante para ativos que envolvem mais risco. Assim, há uma certa proteção da carteira, mas sem perder o enfoque em suas características e objetivos. 

Quais cuidados adotar na criação da carteira?

Os principais cuidados para adotar na criação de uma carteira são referentes ao tipo de ativos que você vai escolher e qual o real grau de risco de cada um. Isso significa que é importante ter plena consciência dos riscos e do retorno de cada elemento que você incorpora em suas aquisições. 

Outro cuidado essencial se refere ao respeito quanto aos limites do seu perfil de investidor. Quando um indivíduo conservador adquire ativos com alto grau de risco, por exemplo, é comum sentir muita ansiedade, medo e preocupação com essa aquisição. Tal nível de estresse afeta sua capacidade de raciocinar de maneira fria e, na maioria dos casos, leva a decisões ruins.

A regra também vale para indivíduos acostumados com diversas operações diária e grande risco que começam a fazer operações ao estilo buy and hold. Nessa modalidade, o investidor compra ativos e os mantém na carteira por muito tempo. Sempre que sentir necessidade, é possível optar pelo rebalanceamento da carteira.

Por que diversificar é importante?

Muito se fala sobre a diversificação, mas poucas pessoas compreendem sua real importância nos investimentos. Suponha, por exemplo, que você planeja comprar ações de duas empresas do varejo. Ambas são eficientes, distribuem lucro e apresentam uma excelente trajetória de crescimento. Agora, por que não incluir essas duas alternativas na carteira?

A resposta está no nível de risco de uma carteira com alto grau de correlação entre os ativos. Quando não se diversifica os setores e os ativos da carteira, o risco é maior. Isso ocorre porque qualquer movimento negativo no varejo vai afetar negativamente suas duas ações, gerando um forte impacto na carteira.

Assim, no momento que você conta com ativos vinculados a vários segmentos da economia, quando um setor recebe um choque negativo, outro deve receber um impacto positivo, fazendo com que o valor de sua carteira se mantenha estável e proporcione mais segurança no dia a dia. Outra opção interessante é contar com modelos preestabelecidos pelas carteiras recomendadas. Esse formato oferece mais conforto e segurança, principalmente para quem está iniciando sua carreira em investimentos. 

Viu como é importante adotar alguns cuidados para montar sua carteira de investimento? Por meio de boas estratégias e de uma gestão eficiente dos ativos, você consegue uma remuneração superior às taxas básicas da economia e ainda conta com a tranquilidade de compreender bem cada compra realizada. 

Gostou do nosso artigo? Então deixe seu comentário e compartilhe, conosco e com os demais leitores, quais foram as suas experiências na montagem de sua carteira!

Receba conteúdos exclusivos no seu e-mail

Email registrado com sucesso
Opa! E-mail inválido, verifique se o e-mail está correto.
Ops! Captcha inválido, por favor verifique se o captcha está correto.

Fale o que você pensa

O seu endereço de e-mail não será publicado.