Fundo de Investimento Internacional: tudo o que você precisa saber!

A diversificação da carteira é uma atividade essencial para os investidores conscientes sobre a importância do gerenciamento de risco associados a cada ativo, e dos perigos da concentração de recursos em apenas um único produto.

Dessa forma, separar recursos para apostar em um fundo de investimento internacional é uma ótima opção para se livrar dos riscos dos mercados nacionais e poder ter acesso a mercados mais robustos e seguros no exterior.

O objetivo desse artigo é aprofundarmos o conhecimento sobre o que são, como funcionam e como você pode se beneficiar ao investir em fundos internacionais. Para isso, vamos desenvolver um panorama geral sobre o assunto, abordando as principais dúvidas e como ter sucesso ao investir. Acompanhe!

O que são fundos de investimento internacionais?

Um fundo de investimento funciona como um condomínio de investidores que somam o seu capital para formar uma carteira conjunta de ativos específicos, com parâmetros previamente determinados.

No caso de um fundo de investimento internacional o objetivo é realizar aportes cujo rendimento esteja atrelado a ativos negociados fora do país. Os investidores de um fundo são chamados “cotistas”, pois recebem cotas de participação conforme o valor do seu capital.

Os cotistas, por sua vez, submetem seus recursos a um gestor, que é o responsável por tomar as decisões sobre quais os investimentos que deverão ser efetivados, visando o máximo de rentabilidade para os participantes. É importante frisar que toda e qualquer movimentação de um fundo segue critérios claros, estabelecidos conforme a política de investimentos, o objetivo e o perfil dos investidores cotistas.

Por que investir em um fundo internacional?

Investir fora do país foi, durante muito tempo, algo restrito a um grupo pequeno de pessoas. Além da barreira do alto capital disponível para começar, a burocracia para abrir uma conta fora do país e em seguida enviar os recursos também eram um entrave.

Além disso, no mercado nacional existiam poucas opções de diversificação internacional, cenário este que tem mudado bastante nos últimos anos, atraindo a atenção de novos investidores. O ambiente econômico atual também favorece esse tipo de investimento, onde observamos baixas taxas de juros (em relação ao passado recente do país) e uma grande disparidade da cotação do dólar americano em relação ao real.

Portanto, investir no exterior vem se popularizando como uma forma importante de diversificação da carteira e também como um meio para a proteção do capital contra a desvalorização do dinheiro e os efeitos corrosivos da inflação.

Quais os principais tipos de fundos internacionais?

Quem deseja se aventurar em um fundo de investimento internacional precisa desenvolver familiaridade com o tema, estudando todas as modalidades disponíveis e as suas características principais.

Basicamente existem 3 tipos de fundos internacionais, sendo cada um deles ideal para cada perfil e objetivo, como para a preservação do capital ou seu crescimento. Confira a seguir quais as 3 modalidades.

1 – Fundos de renda fixa

Como sugere o próprio nome, os fundos de investimentos em renda fixa são aqueles que aplicam a maior parte dos recursos captados junto aos cotistas em produtos pertencentes a esta classe de ativos como os títulos de dívida de empresas (debêntures e commercial papers), bancos (como CDBs para citar exemplos brasileiros) e governos (títulos públicos).

Tal modelo de investimento é muito requisitado por investidores com perfil mais conservador. Afinal, esse perfil é voltado à proteção do capital, avesso a riscos e em busca de retornos seguros, acima dos indicadores de inflação.

Os produtos de renda fixa são considerados os mais seguros pois, a probabilidade que alguns dos riscos associados aos ativos de fato causem prejuízos, é muito pequena. Isso ocorre, pois as organizações e os países que emitem tais produtos possuem solidez e um risco baixo de não honrar os seus compromissos com os investidores.

2 – Fundos de renda variável

A composição da carteira dos fundos de renda variável é composta majoritariamente por ativos com maior potencial de retorno e consequentemente maior nível de risco. Por renda variável, entendemos que os produtos dessa classe estão sujeitos a volatilidade de mercado, podendo gerar grandes lucros ou reduzir o capital investido.

Como exemplo dos produtos que podem compor a carteira desse tipo de fundo estão as ações de empresas, títulos ETFs – Exchange Traded Funds e a participação em outros fundos (conhecidos como fundos que investem em fundos) por meio da compra de cotas.

O histórico de desempenho dos fundos em renda variável, apesar de não garantir resultados — , pois retornos passados não são garantias de retornos futuros —  pode ser um bom indicativo da qualidade dos ativos, do potencial dos mercados onde o fundo investe e do profissionalismo dos gestores. Por se tratar de produtos que estão sujeitos às movimentações econômicas e setoriais, esse tipo de fundo é mais indicado para investidores com um perfil mais arrojado.

3 – Fundos cambiais

Nos fundos cambiais a maior parte do patrimônio é alocada para a compra e venda de uma moeda estrangeira mais forte do que o real, como por exemplo o dólar americano.

Como a cotação dos preços das moedas costumam variar muito devido o noticiário econômico mundial, as projeções de resultados futuros são muito difíceis de serem feitas, sendo um produto indicado para perfis mais moderados ou arrojados.

Sendo assim, os fundos cambiais são uma excelente opção para quem deseja proteger o seu capital contra a redução contínua do poder de compra da moeda brasileira, desde o seu lançamento.

Quais são os principais pontos de atenção antes de iniciar?

Até aqui podemos observar que os fundos internacionais têm se destacado como uma ótima opção para a diversificação de investimentos e o acesso a oportunidades de fazer grandes retornos.

Esse destaque cada vez maior é fruto da facilidade que tais produtos proporcionam, ao eliminar a necessidade de envio de dinheiro para fora do país, disponibilizando ativos globais para negociação local.

Independente do tipo de fundo escolhido (renda fixa, variável ou cambiais), as oportunidades disponíveis têm o potencial de superar o CDI. Sendo assim, dedique tempo para aprofundar esse assunto antes de tomar uma decisão.

Conte com ajuda profissional e invista nos fundos internacionais que mais se encaixam ao seu perfil, ou seja, aos seus objetivos de curto, médio e longo prazo, as suas necessidades pessoais e o seu grau de tolerância ao risco.

E então gostou do artigo? Como vimos, optar por um fundo de investimento internacional é uma oportunidade de acesso a grandes retornos a nível global. Caso queira saber mais sobre a importância da diversificação, recomendamos que você leia “Dividendo ou Pulverização: qual a diferença entre os termos”.

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