O mercado financeiro global presenciou, nesta semana, um movimento histórico nas commodities metálicas. Em um movimento de forte reação ao cenário externo, o Ouro e a Prata dispararam, renovando suas máximas e confirmando o aumento da aversão ao risco global.
O rompimento de barreiras psicológicas importantes nos preços destes metais acende um alerta para o investidor: a busca por proteção está ditando o ritmo dos mercados.
O movimento de compra foi intenso e generalizado, levando os ativos a patamares inéditos:
Ouro: O metal amarelo segue "mirando o céu", batendo a marca histórica de US$ 5.600 por onça-troy.
Esses números refletem uma fuga de capitais de ativos de risco em direção à segurança tangível dos metais preciosos.
O impulso para esses recordes não é isolado, mas fruto de um cenário externo turbulento que combina incertezas políticas, econômicas e geopolíticas. O mercado demonstra cautela diante de três pilares principais:
O Fator Trump e o Dólar: As recentes declarações do ex-presidente Donald Trump sobre o nível do dólar geraram ruídos. O mercado reage com desconfiança, questionando o futuro da força da moeda americana.
Tensão Geopolítica (Washington x Teerã): O risco geopolítico voltou ao radar com força total devido à escalada das tensões entre os Estados Unidos e o Irã, um gatilho clássico para a busca de ativos de refúgio.
Nesse contexto, os metais reforçam seu papel tradicional de reserva de valor.
Enquanto a volatilidade atinge as moedas fiduciárias e balança os ativos de maior risco, investidores institucionais e globais buscam proteção em ativos reais. O recado do mercado nesta semana foi claro: no curto prazo, a segurança e a proteção de patrimônio são as prioridades.
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ATENÇÃO: Este material tem caráter informativo e não constitui recomendação de compra ou venda de ativos.
*Cotação consultada em 29/01/2025, sujeita a alteração.